Com voo de Super-Homem e ringue aberto no Alto da Sé, Mucha Lucha bota foliões para 'brigar' no carnaval de Olinda

Super-Homem voa no bloco Mucha Lucha, no carnaval de Olinda Numa tradição que já dura 19 anos, pessoas de todas as idades, incluindo crianças e idosos, se e...

Com voo de Super-Homem e ringue aberto no Alto da Sé, Mucha Lucha bota foliões para 'brigar' no carnaval de Olinda
Com voo de Super-Homem e ringue aberto no Alto da Sé, Mucha Lucha bota foliões para 'brigar' no carnaval de Olinda (Foto: Reprodução)

Super-Homem voa no bloco Mucha Lucha, no carnaval de Olinda Numa tradição que já dura 19 anos, pessoas de todas as idades, incluindo crianças e idosos, se enfrentam em um ringue montado no Alto da Sé, em Olinda. São os lutadores mascarados do bloco Mucha Lucha, que animou os foliões na manhã deste domingo (15). Depois das lutas, o Super-Homem voo sobre o ringue, para delírio dos "atletas" que se "digladiaram" no meio do carnaval (veja vídeo acima). ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp 🎊 Fique por dentro do carnaval de Pernambuco De acordo com um dos fundadores do Mucha Lucha, Marcus Andrey, o bloco é um sátira ao Enquanto Isso na Sala da Justiça, que também desfila no Alto da Sé no domingo de carnaval com foliões vestidos de super-heróis. "A gente resolveu fazer o Mucha Lucha para chamar os heróis para a briga. É um bloco que não sai, que não tem orquestra. A gente fica só aqui no 'esquenta' e cada herói que passa e até as fantasias mais inusitadas que aparecem entram no ringue. Tem muita irreverência" explicou. LEIA TAMBÉM: FOTOS: veja imagens do Mucha Lucha e do Enquanto Isso na Sala da Justiça Para o casal Stuart Marcelo e Giselle Matias, o Mucha Lucha tem um significado especial: além do gosto pela cultura mexicana, eles casaram no México. "Eu sempre adorei a cultura mexicana, e eu acho massa isso de 'lucha libre'. Aí a gente foi casar no México e eu disse que esse ano teríamos que vir, e estamos aqui. Estou adorando aqui desde a concentração, desde a desorganização da concentração, que é uma coisa muito divertida, você ficar andando, vai lá para frente, volta e não acha, a galera chega atrasada", brincou Stuart, que trabalha como designer. No ringue do Mucha Lucha tem de tudo: juiz, caveira, lutadores mascarados e até batucada Leo Caldas/g1 O voo do Super-Homem Desde a fundação do bloco, incorporado de Super-Homem, o enfermeiro veterinário Darlan Gomes, de 50 anos, "voa" no Mucha Lucha. "[A ideia de voar] surgiu há muitos anos. Eles estavam por aqui. Eu passei em cima de um caminhão, eles ficaram: 'pula, pula, pula', eu pulei e até hoje ficou essa amizade", contou. Esta foi a primeira vez que o servidor público Eduardo Montenegro e a professora Raquel Coimbra entraram no ringue. O casal ganhou as máscaras de presente de uma prima que mora no México, e aproveitou o embalo para "lutar" no carnaval. O folião lutou com uma criança e "perdeu". "Antes a gente vinha para o bloco apenas olhar, essa foi a primeira vez mascarados. Foi ótima a luta. Eu lutei com uma criança que me bateu muito. Há controvérsias [de ter perdido a luta]. A criança me bateu muito, então, eu acho que é toda uma interpretação", disse. Já Raquel, que lutou com a 'Vovó maravilha', venceu a disputa com um peteleco. "Foi muito boa a experiência, eu fiz uma 'luta de pilates' com a Mulher Maravilha, que era 70+, mas eu a venci com um peteleco no meio da testa", disse, toda orgulhosa. Super-Homem 'voa' sobre lutadores mascarados no bloco Mucha Lucha, em Olinda Alice Albuquerque/g1 VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Fale Conosco